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	<title>Jazz Info - JAZZ &amp; JOY</title>
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	<description>Saxofonista para eventos, festas, restaurantes, Alphaville, Música Variada, Jazz, Bossa Nova</description>
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	<title>Jazz Info - JAZZ &amp; JOY</title>
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		<title>Bossa Nova, da elite para a elite.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Óscar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 17:54:16 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendi Bossa Nova tocando violão nos aniversários de meu primo Júlio, 10 anos mais velho que eu, na época eu com 12 anos, ele já na Medicina da USP. Como aprendiz de violão, aluno do VIGU (revista violão guitarra), na época, posso testemunhar que era bem difícil acompanhar aquela turma cantando. Depois disso veio o Milton, o Egberto, mas ia ampliando meu repertório e dando uma canja nas festinhas e fogueiras.</p>
<h3>A Bossa Nova nunca foi uma música popular.</h3>
<p>Foi um movimento de elite, de jovens universitários e músicos nos anos 50: “uma Turma Bossa Nova”, assim eram conhecidos em suas primeiras apresentações. Um grupo que se reunia na casa da Nara Leão formado por maestro, poeta, arranjadores, todos com conhecimentos bem avançados de harmonização como Tom Jobim, João Gilberto, Carlos Lira, Menescal. No cenário inspirador das praias do Rio de Janeiro.</p>
<p>As harmonizações dissonantes, melodias meio faladas, e difíceis de cantar, estavam bem longe dos “chicletinhos” de três acordes naturais e quadradinhos que fazem sucesso fácil. Tem que ser bom e afinadíssimo. Alguns veem como uma evolução do samba canção, que utilizou a harmonização do jazz. Dick Farney foi uma ponte entre estes dois momentos.</p>
<p>Ironicamente “o cantinho e um violão” do Corcovado, ou o “Samba de Uma Nota Só”, nunca foram só isso. Com estruturas harmônicas sofisticadas, inspiradas no jazz dos anos 50, frases melódicas complexas, dignas de uma partitura de Bach, atraíram a atenção dos músicos de jazz americanos como Stan Getz, McCoy Tyner; até  até Sinatra e Sarah Vaughan gravaram e as traduziram para o mundo. Uma vez em Colônia na Alemanha, disse a um saxofonista que tocava &#8220;<em>Garota de Ipanema&#8221;</em>, &#8220;olá, você está tocando uma música brasileira&#8230;&#8221;, e ele respondeu &#8220;não, essa música é<em> &#8220;Ipanema Girl&#8221;</em> do Stan Getz &#8221; (grrrr). <em>&#8220;The Look of Love&#8221;</em> do Burt Bacharach é outro bom exemplo como o ritmo ritmo passou a incorporar o repertório, engrossando a sessão de latinos. Nota: até hoje os americanos não conseguem tocar bossa nova direito, fazem em 4&#215;4.</p>
<p>Gosto de tocar Bossa Nova. É difícil não ter referências do Stan Getz, mas sigo meus próprios improvisos, porque está no sangue. Procurei incluir no repertório peças menos comumente executadas, de autores como Menescal, Carlos Lira, fora os clássicos de Tom Jobim, e João Gilberto.</p>
<p>No vídeo abaixo &#8220;Estate&#8221; de João Gilberto gravado na Itália, &#8220;Você&#8221; de Roberto Menescal, &#8220;The Look of Love&#8221; Burt Bacharath.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/amgoUNLmKrA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>The post <a href="https://jazzejoy.com.br/bossa-nova-da-elite-para-a-elite/">Bossa Nova, da elite para a elite.</a> first appeared on <a href="https://jazzejoy.com.br">JAZZ & JOY</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Produção Digital e Estúdio Jazz e Joy</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Óscar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 12:24:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>  Com o objetivo de manter a melhor qualidade musical, os playbacks produzidos no estúdio Jazz e Joy utilizam recursos, que preservam a máxima fidelidade do som real dos instrumentos. Também no momento da apresentção<a class="read-more" href="https://jazzejoy.com.br/producao-digital-e-estudio-jazz-e-joy/">Continue reading</a></p>
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									<h2> </h2><figure id="attachment_1075" aria-describedby="caption-attachment-1075" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-1075 size-large" src="http://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb-1024x768.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb-1024x768.jpg 1024w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb-300x225.jpg 300w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb-1536x1152.jpg 1536w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb-520x390.jpg 520w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb-740x555.jpg 740w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-estudio-pb.jpg 1980w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption id="caption-attachment-1075" class="wp-caption-text">Set de Gravação est´dio Jazz e Joy</figcaption></figure><p>Com o objetivo de manter a melhor qualidade musical, os playbacks produzidos no estúdio Jazz e Joy utilizam recursos, que preservam a máxima fidelidade do som real dos instrumentos. Também no momento da apresentção ao vivo, as caixas devem transferir o peso e sonoridade dos instrumentos. A ideia é propiciar ao ouvinte a sensação de um quarteto tocando ao vivo. Mesmo sendo acompanhamento por playback. O jazz pede o timbre do piano, o peso e timbre amadeirado do baixo acústico, o brilho dos pratos da bateria e a vassourinha na caixa. Tudo isso faz parte da história do jazz.</p><h2><em> &#8220;É como se a banda estivesse tocando ao vivo&#8221;</em></h2><p>Para que o acompanhamento não fique com aquela sonoridade fake dos midis, nossos playbacks utilizam timbres VST, que são sons extraídos de instrumentos reais. Também são editados e mixados, com recursos  e softwares modernos. Um mix interessante que mescla o som analógico com o digital. Instrumentos do século XIX com a tecnologia do século XXI.</p><p>Isso envolve um processo cuidadoso que pode passar por um editor de partitura, onde são escritos ou editados os arranjos, um editor de midi, e um editor de som onde são feitas as edições finais. Fora outros softwares envolvidos, como o do banco de VSTs.</p><p>O estúdio tem isolamento acústico e valoriza o timbre captado do instrumento digital ou voz.</p>
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<figure id="attachment_1090" aria-describedby="caption-attachment-1090" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1090 size-medium" src="http://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" srcset="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-300x169.jpg 300w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-1024x577.jpg 1024w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-1536x866.jpg 1536w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-2048x1155.jpg 2048w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-520x293.jpg 520w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/oscar-tenor01-pb-740x417.jpg 740w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-1090" class="wp-caption-text">Óscar Jr. &#8211; Sax Tenor e Soprano &#8211; Jazz e Joy</figcaption></figure><p><em>&#8220;A música ouvida nos autofalantes do celular e a música eletrônica, em formato MP3, tirou adas pessoas o prazer da música ouvida ao vivo, ou mesmo das gravações HIFI. Os detalhes de timbre dos instrumentos, as sutilezas se perdem. Isso tem afastado as pessoas da referência real do som. Principalmente nos metais. </em></p><p><em>Um saxofonista trabalha anos a sonoridade do seu instrumento, balanceando vários fatores como postura, sopro, embocadura, respiração, tipo de palheta e boquilha, qualidade do instrumento. É um conjunto desafiador de componentes, que se perdem pela baixa qualidade das reproduções em MP3. Por essa razão  peço para as pessoas ouvirem com fones as peças que posto no Youtube. Isso é típico da internet onde a quantidade está acima da qualidade.&#8221;</em></p>								</div>
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		<title>Jazz, adoração e espiritualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Óscar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2020 19:39:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A música e suas raízes ritualísticas A música tem sua origem em manifestações de rituais ligados a espiritualidade. Acredita-se que sua forma mais primitiva está na percursão, os instrumentos sonoros vieram depois do canto. Ritmo,<a class="read-more" href="https://jazzejoy.com.br/jazz-adoracao-e-espiritualidade/">Continue reading</a></p>
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									<h3 style="text-align: left;">A música e suas raízes ritualísticas</h3><div> </div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1355" src="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1254623494-calvino-lutero-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" srcset="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1254623494-calvino-lutero-300x183.jpg 300w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1254623494-calvino-lutero-520x316.jpg 520w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/1254623494-calvino-lutero.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A música tem sua origem em manifestações de rituais ligados a espiritualidade. Acredita-se que sua forma mais primitiva está na percursão, os instrumentos sonoros vieram depois do canto. Ritmo, canto e dança criam uma dinâmica que tira o participante de sua racionalidade e o leva a outra esfera. Dessa forma, tem sido utilizada em manifestações religiosas acompanhando o curso da história.</p><p>A título de exemplo, as catedrais góticas possuem uma acústica que ressoa em eco, e junto a monumentalidade de seus altos átrios e arcos, mostra um ser humano pequeno diante da grandeza de Deus. Hoje em dia muitas igrejas tem utilizado produções musicais sofisticadas para executar seus hinos de louvor, e este gênero acabou se revelando uma nova categoria no mercado musical, dada a penetração que tem junto aos fiéis.</p><p>Martinho Lutero e João Calvino, promotores do protestantismo, viram na música uma forma de tornar o evangelho mais acessível às pessoas. Este é um dos principais pontos defendidos pelo protestantismo, que substituiu o latim pela língua local, traduzindo e distribuindo bíblias, para que cada pessoa pudesse ter acesso à Palavra de Deus. A título de menção, anterior a isto, as pessoas não cantavam no culto, apenas os sacerdotes, e em latim.</p><p>Lutero e Calvino, viam no louvor uma forma das pessoas gravarem e levarem para casa consigo a Palavra de Deus, dessa forma musicaram vários Salmos de Davi, que ficaram na memória e podiam ser cantados durante o dia. Dessa forma as igrejas protestantes se tornaram um celeiro para formação de músicos. Boa parte dos músicos e cantores de jazz americanos iniciaram seus estudos musicais e aprenderam seus instrumentos nas igrejas protestantes.</p><h3>A Espiritualidade no Jazz de John Coltrane</h3><div> </div><div><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1354" style="color: #1c1c1c; font-family: Oswald, sans-serif; font-size: 24px;" src="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/transferir-273x300.png" alt="" width="273" height="300" srcset="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/transferir-273x300.png 273w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2022/12/transferir.png 291w" sizes="(max-width: 273px) 100vw, 273px" /></div><p>John Coltrane, considerado por muitos como o maior saxofonista tenor do século XX, nos anos 60 teve uma busca profunda da espiritualidade contida na música. Ele via nela uma forma de transcender e acessar a dimensão divina. Dessa forma passou a pesquisar escalas e ritmos ligados a estes aspectos de transcendência, como escalas hindus, ritmos afro, criando um mix único em sua música, e uma dinâmica cíclica e ascendente percursora do free jazz. O mesmo ocorre com &#8220;Dear Lord&#8221; no álbum &#8216;Transition&#8221;, &#8221; Spiritual&#8221; no álbum &#8220;My Favorite Things&#8221;, e &#8220;Giant Steps&#8221; onde propõe um ciclo de 5as notas ascendent. </p><p>Coltrane gravou <em>A Love Supreme</em> no final de 64, chamando-o de sua &#8220;tentativa de dizer &#8216;OBRIGADO DEUS&#8217; por meio de nosso trabalho&#8221; &#8211; uma oferta musical em gratidão por seu despertar espiritual em 1957, ano do qual ele se livrou seu vício em drogas.</p><p>Gosto de mencionar John Coltrane, porque existe um preconceito com relação ao jazz, por estar associado a momentos e locais onde a presença de Deus não era o objetivo, como os night clubs, bebidas, e etc. Coltrane, como tantos outros músicos, dixou se levar pelas ofertas e exigências desse ambiente, mas foi recuperado por sua fé e usou a música e a criatividade e liberdade do jazz como forma de buscar a proximidade com o Criador. Desde o início quando conheci suas composições tive uma identificação, mas só descobri o porquê anos após.</p><blockquote><p><em>&#8220;&#8230;pela graça de Deus, um despertar espiritual que era para me levar a uma vida mais rica, plena e produtiva. Naquela época, em gratidão, humildemente pedi para receber os meios e privilégios para fazer os outros felizes através da música.&#8221; John Coltrane</em></p></blockquote><p>O Album &#8220;Love Supreme&#8221;,  já antevê o free jazz, nele Coltrane explora a elevação da alma através da música, sendo que algumas são consideradas pelo autor como salmos de adoração. O álbum está estruturado em 4 partes:</p><ol><li>Part I &#8211; &#8220;Acknowledgement&#8221;</li><li>Part II &#8211; &#8220;Resolution&#8221;&#8221;</li><li>Part III &#8211; &#8220;Pursuance&#8221;</li><li>Part IV &#8211; &#8220;Psalm&#8221;</li></ol>
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<a href='https://jazzejoy.com.br/jazz-adoracao-e-espiritualidade/coltrane-psalm-a-love-supreme01/'><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="192" src="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coltrane-Psalm-A-Love-Supreme01-300x192.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt="" srcset="https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coltrane-Psalm-A-Love-Supreme01-300x192.jpg 300w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coltrane-Psalm-A-Love-Supreme01-520x333.jpg 520w, https://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Coltrane-Psalm-A-Love-Supreme01.jpg 684w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>
<h4>Transcrição do texto manuscrito por Coltrane</h4><pre>UM AMOR SUPREMO: Eu vou fazer tudo que puder para valer a pena para o Senhor/Tudo tem a ver com isso/ 
Obrigado Senhor/ Paz/ Não há outro/ Deus é. Isso é tão bonito./Obrigado Deus. Deus é tudo
Ele nos ajuda a resolver nossos medos + fraquezas/Em todas as coisas é possível / 
Obrigado Deus / Deus é. Ele sempre foi. Ele sempre será / Não importa que aconteça Ele é Deus.
Ele é gracioso e misericordioso / O mais importante é que Ti conheci / Palavras - sons * discursos - memórias
Pensamentos - medos - emoções - tempo, tudo se relaciona - todos feitos por um, 
todos feitos em um / Seja abençoado seu nome
Ondas de pensamentos - ondas de calor - todas vibrações - todas as partes conduzem a Deus
Seu caminho é - é encantador - é cheio de graça - ele é misericordioso / Obrigado Deus
Um pensamento pode produzir milhões de vibrações e elas todas retornam para Deus - Tudo faz assim - 
Obrigado Deus, / Não tenho medo - acredite o xxxx tem muitos enroladores- e Deus é tudo
Pensamentos -deeds- vibrações, etc  Eles todos retornam para Deus e ele limpa tudo
Ele é gracioso e misericordioso / Gloria a Deus. Deus é tão vivo - Deus é.</pre><p>O saxofone é um instrumento que pela potência e capacidade de inflexões permite a expressão, como a voz humana. A música pode se transformar num derramar,  vindo do fundo da alma de cada pessoa. Decidi gravar, com todos os meus pulmões, alguns hinos de louvor que marcaram essa minha busca e reencontro com Deus. Fiz questão de legendar com a letra para as pessoas aprenderem ou apenas orarem enquanto ouvem. Desfrute na sessão<a href="http://jazzejoy.com.br/repertorio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> REPERTÓRIOS</a>.</p><p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/cxH6Et5hdi0" width="400" height="225" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>Interpretação de  &#8220;When I look into your HollinessMusica de Kent Henry </p><p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QVkNS656DPE" width="400" height="225" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p><p>Acesse a Playlist Adoração:</p>								</div>
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		<title>Jazz é a vertente mais erudita da música não erudita</title>
		<link>https://jazzejoy.com.br/about-jazz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Óscar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 15:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jazz Info]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[banda de jazz]]></category>
		<category><![CDATA[harmonia no jazz]]></category>
		<category><![CDATA[jazz]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>By Óscar Jr &#8211; Jazz &#38; Joy Jazz é criação, não se explica e nem se limita a um conjunto de regras de como fazer música. Criou as suas próprias a medida que foi evoluindo e buscando<a class="read-more" href="https://jazzejoy.com.br/about-jazz/">Continue reading</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>By Óscar Jr &#8211; Jazz &amp; Joy</h3>
<blockquote><p>Jazz é criação, não se explica e nem se limita a um conjunto de regras de como fazer música. Criou as suas próprias a medida que foi evoluindo e buscando novos estilos. Parte da sua composição surge dependendo da criação e do intérprete. Os temas se repetem, mas os solos e improvisos são próprios.</p>
<p>Preserva o individualismo, pois cada tema ganha o toque pessoal do músico. Por outro lado, também é democrático, pois cada integrante do grupo tem direito a sua contribuição à obra no seu momento de solo.</p></blockquote>
<p>Por essa razão o jazz exige um grau técnico alto de cada músico, tanto na performance como na interpretação. Escalas, harmonização, dinâmica.</p>
<p><strong>A harmonia é o grande diferencial do jazz.</strong></p>
<p>O jazz utiliza harmonizações sofisticadas que desafiam o intérprete. Progressões harmônicas, tempos incomuns, mudanças ritmas que sempre trazem uma novidade. Muita gente valoriza a parte mais notável: a performance. Muitas vezes até mesmo irritante pelo excesso. Porém a harmonia, é a grande onda por onde surfa o intérprete. Por mais que evite o pieguismo da metáfora, isso é uma verdade, a sensação de estar surfando a melodia é um prazer musical.</p>
<p>A harmonia no jazz procura não ser óbvia como a do pop que busca ser facilmente cantarolado para se tornar mais pop- ular e faturar mais, ou até mesmo a do blues que é simples para permitir a criação livre da letra, no improviso (como o repente, o rapp). Os solos podem ser tão enérgicos como o do rock, ou tão sui gêneris como os da música dodecafônica. É frequente encontrarmos solos fantásticos de bateria do Art Blakey em suas gravações. Se ouvirmos como John Coltrane desconstrói a melodia, fica fácil entender. Parece Stravinsky em alguns momentos. Com certeza ambos se ouviram nos anos 60.</p>
<p>Tudo isso faz com que o  jazz não se torne um gênero popular. Às vezes é até mesmo cansativo, nos desvarios das longas improvisações. Dessa forma grande parte dos intérpretes, para sobreviver, migraram para a música de consumo a partir dos anos 60, com a entrada do pop.</p>
<p><strong>A nossa Bossa Nova deu um bom exemplo</strong>, quando fez um upgrade no samba canção utilizando harmonia de jazz. De cantinho e violão não tinha nada, mas sim uma sofisticação harmônica que consegue uma sinfonia com uma única nota. Também conseguiu seu destaque internacional e ser bastante cantada, apesar da dificuldade dos semi-tons e dissonâncias, sempre um castigo para iniciantes no violão.</p>
<p>Mesmo assim, ele continuou subsistindo em  pequenos redutos, tendo feito admiradores e seguidores ao longo dos tempos.</p>
<p>Como tudo que é bom, não envelhece os standards dos anos 30 a 50 têm sido regravados por músicos jovens, em versões inspiradas nas gravações originais .</p>
<p>O jazz pode ser comparado com os vinhos ou com a arte, quanto mais se conhece, mais se aprecia. Enjoy it!</p>
<blockquote><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-620" src="http://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2017/01/oscar-perfilsax2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" />A proposta do JAZZ &amp; JOY é respeitar o jazz como estilo, seus princípios, mas proporcionar uma apreciação agradável ao público (JOY).</p>
<p>Óscar Jr.</p>
<p>saxofonista tenor e soprano</p>
<p>visite o site www.jazzejoy.com.br</p></blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Temas e Histórias</title>
		<link>https://jazzejoy.com.br/temas-de-filmes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Óscar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Dec 2018 12:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jazz Info]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os musicais da Broadway e a indústria do cinema sempre foram fortes impulsionadores do jazz, patroocinando compositores e músicos. grandes nomes como Cole Porter, Ducky Ellington, Henry Mancini, a dupla Rodgers &#38; Hammerstein compuseram temas<a class="read-more" href="https://jazzejoy.com.br/temas-de-filmes/">Continue reading</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os musicais da Broadway e a indústria do cinema sempre foram fortes impulsionadores do jazz, patroocinando compositores e músicos. grandes nomes como Cole Porter, Ducky Ellington, Henry Mancini, a dupla Rodgers &amp; Hammerstein compuseram temas que se tornaram standards de jazz, e até hoje têm sido regravados, sobrevivendo a gerações. da mesma forma outros que tiveram sua sua divulgação em bares, rádio e indústria fonográfica.</p>
<h2><strong>Misty &#8211; </strong>Erroll Garner<strong><br />
</strong></h2>
<p style="text-align: left;">Misty é um standard escrito em 1954 pelo pianista Erroll Garner . Originalmente composta como um instrumental seguindo o formato tradicional de 32 barras e gravada pela primeira vez para o álbum de Garner em 1955 , Contrasts , a melodia foi mais tarde combinada com letras de Johnny Burke e tornou-se a música assinatura de Johnny Mathis , aparecendo em seu álbum de 1959 Heavenly e alcançando o número 12 Na parada de Pop Singles dos Estados Unidos naquele mesmo ano. O cantor Ray Stevens atingiu um hit número 14 com a sua versão cover de &#8220;Misty&#8221; em 1975 na Billboard Hot 100. A canção foi gravada várias vezes, incluindo versões de artistas como Frank Sinatra , Ella Fitzgerald e Sarah Vaughan .</p>
<hr />
<h2><strong>Invitation &#8211; </strong>Bronislaw Kaper<strong><br />
</strong></h2>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LVSS57Wp3P4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe><br />
é uma canção por Bronisław Kaper com letras por Paul Francis Webster , usado original no filme &#8220;Uma vida por si mesma (1950)&#8221;. Embora tenha sido indicado para um Globo de Ouro de MelhorPontuaçãono filme original, só se tornou um padrão de jazz depois de ser usado como tema no convite de 1952 filme. Tony Thomas observa que foi selecionado para o filme pelo seu grau de pungência. [1] É considerada a segunda canção mais conhecida de Kaper depois de &#8221; On Green Dolphin Street &#8220;. [2] Jazzstandards.com descreve-o como uma &#8220;pontuação exuberante e assombro&#8221;, e observa que é mais associado com John Coltrane , que a gravou em 1958. [3] Howard Morgen , que providenciado por guitarra, escreve que o &#8221; Haunting &#8220;tem&#8221; há muito tempo foi reconhecido pelos jogadores de jazz por seu potencial como uma peça de humor interessante &#8220;e&#8221; ainda soa fresco e contemporâneo hoje &#8220;. [4]</p>
<p>George Shearing foi responsável por organizar a música para piano, enquanto Frank Mantooth organizou uma versão em latim. Em 1963 a música foi gravada por Rosemary Clooney , para um arranjo luxuriante de Nelson Riddle , e caracterizado como a primeira faixa em seu álbum &#8221; Love &#8220;. [5] Ele já foi registrada pelos vocalistas Carmen McRae , [6] Freddy Cole , Andy Bey e Patricia Barber , pianistas Bill Evans , [4] Randy Halberstadt , Steve Kuhn e Rene Rosnee , saxofonistas Herb Geller , Vincent Herring , Sahib Shihab e Don Braden , o trompetista Brian Lynch eo baixista Ray Drummond , entre outros. [3] David Frackenpohl arranjou uma versão para a guitarra, que foi publicada no 2004 Mel Bay livro Jazz Guitar Standards: Chord Melody Solos . [7]</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=z3IkB48eFjc">https://www.youtube.com/watch?v=z3IkB48eFjc</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=LyiEFtB_ADw">https://www.youtube.com/watch?v=LyiEFtB_ADw</a><br />
<a href="https://www.youtube.com/watch?v=oqB-sz2SBsg">https://www.youtube.com/watch?v=oqB-sz2SBsg</a></p>
<hr />
<h2><strong>On Green Dolphin Street &#8211; </strong>Bronislaw Kaper<strong><br />
</strong></h2>
<p>(originalmente intitulado &#8220;Green Dolphin Street&#8221;) é uma música popular de 1947 composta por Bronisław Kaper com letras de Ned Washington . A canção, composta para o filme Green Dolphin Street (que foi baseado em um romance de 1944 do mesmo nome por Elizabeth Goudge ), passou a se tornar um padrão de jazz depois de ser gravado por Miles Davis em 1958.</p>
<hr />
<h2><strong>Round Midnight &#8211; </strong>Thelonius Monk<strong><br />
</strong></h2>
<p>(às vezes &#8221; &#8216; Round About meia-noite &#8220;)</p>
<p>é uma 1944 standard do pianista <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Thelonious_Monk">Thelonious Monk</a> . Uma versão gravada pelo quinteto de Monk foi adicionada ao <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Grammy_Hall_of_Fame">Grammy Hall of Fame</a> em 1993. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/%27Round_Midnight_(song)#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> É o standard de jazz mais gravado composto por um músico de jazz. <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/%27Round_Midnight_(song)#cite_note-2"><sup>[2]</sup></a></p>
<hr />
<h2><strong>My Favorite Things &#8211; </strong>Rodgers e Hammerstein<strong><br />
</strong></h2>
<p>é uma música de 1959, originalmente do musical The Sound of Music , de Rodgers e Hammerstein</p>
<p>A música foi primeiramente interpretada por Maria ( interpretada por Mary Martin ) e Madre abadessa ( Patricia Neway ) na produção original de 1959 da Broadway .</p>
<p>Julie Andrews executou a canção pela primeira vez no special do Natal para a mostra de Garry Moore em 1961, e então no filme 1965 .</p>
<p>O artista de jazz John Coltrane fez uma versão estendida , próxima a catorze minutos, em E menor, em seu álbum de 1961 tirado do título da música . Tornou-se um clássico de jazz e uma assinatura para Coltrane em concerto, também aparecendo em Newport &#8217;63 em 1963, Live at the Half Nota: One Down, One Up e New Thing em Newport em 1965, Live at the Village Vanguard Again! E Oferecendo: Live at Temple University em 1966, e The Olatunji Concert: The Last Live Recording em 1967.</p>
<hr />
<h2><strong>Cantaloupe Island &#8211; </strong>Herbie Hancock<strong><br />
</strong></h2>
<p>é um padrão de jazz composto por Herbie Hancock e gravado para seu álbum de 1964 Empyrean Isles [1] durante seus primeiros anos como um dos membros do quinteto dos anos 1960 de Miles Davis . Os músicos para a gravação original de 1964 foram: Hancock (piano), Freddie Hu&#8221;</p>
<hr />
<h2><strong>Maiden Voyage</strong> &#8211; Herbie Hancock<strong><br />
</strong></h2>
<p>é uma composição de jazz por Herbie Hancock de seu álbum de 1965 Maiden Voyage . Ele apresenta o quarteto de Hancock &#8211; trompetista Freddie Hubbard , baixista Ron Carter e baterista Tony Williams &#8211; com o saxofonista adicional George Coleman . É uma das composições mais conhecidas de Hancock e tornou-se um padrão de jazz . [3]</p>
<p>A peça foi usada em um comercial Fabergé e foi originalmente listada na fita mestre do álbum como &#8220;TV Jingle&#8221; até que a irmã de Hancock veio com o novo nome. [4] Nas anotações para o álbum Maiden Voyage , Hancock afirma que a composição era uma tentativa de capturar &#8220;o esplendor de um navio de mar em sua viagem inaugural&#8221;.bbard ( corneta ), Ron Carter ( baixo ) e Tony Williams (bateria).</p>
<hr />
<h2><strong>Central Park West</strong> &#8211; John Coltrane<strong><br />
</strong></h2>
<p>Central Pak West foi escrito pelo grande saxofonista tenor John Coltrane. Foi gravado pela primeira vez em seu recorde de 1964 &#8220;Coltrane Sound&#8221;. Esta melodia é um exemplo das outras explorações harmônicas de Coltrane que ele começou a desenvolver com &#8220;Passos Gigantes&#8221;. Esta balada é uma forma de 20 bar que ciclos através de vários centros-chave: B major, F major, Ab major, D major.</p>
<hr />
<h2><strong>Nancy and his Laughing Face</strong> &#8211; Jimmy Van Heusen</h2>
<p>é uma música composta em 1942 por Jimmy Van Heusen , com letras de Phil Silvers . Acredita-se geralmente que a canção foi escrita para o aniversário de Nancy Sinatra . Este foi um mal-entendido que acabou levando a canção sendo gravada por Frank Sinatra .</p>
<p>O ex-executivo de transmissões e historiador da música Rick Busciglio conta a história do início da música como relacionado a ele por Van Heusen:</p>
<p>Em 1979, eu estava trabalhando com o compositor Jimmy Van Heusen em um especial de TV com Frank Sinatra e Bob Hope que nunca foi produzido . Jimmy me disse que um dia (cerca de 1942) ele e seu letrista Johnny Burke estavam trabalhando na 20th Century Fox compondo para um filme. Enquanto Burke estava fora do bangalô de seus escritores, Phil Silvers, o comediante, um amigo para ambos, entrou e sugeriu a Jimmy que escrevessem uma canção para a esposa de Johnny, Bessie, que estava prestes a celebrar um aniversário. Silvers forneceu as letras, mais tarde revisto por Van Heusen e Burke.</p>
<p>Na festa eles cantaram <strong>&#8220;Bessie &#8230; com o rosto risonho&#8221;.</strong> Foi um sucesso que eles usaram em outros eventos de aniversário feminino. Quando cantaram como &#8220;Nancy &#8230; com o rosto risonho&#8221; na festa de aniversário de Nancy Sinatra pouco, Frank quebrou e chorou pensando que foi escrito especialmente para sua filha &#8211; o trio sabiamente não corrigi-lo. Jimmy atribuiu seus direitos a Nancy depois que Frank o gravou para o Columbia em 1944 [1]</p>
<hr />
<h2><strong>Tivoli- </strong>Dexter Gordon<strong><br />
</strong></h2>
<p>é uma valsa de jazz com Dexter Gordon, gravada não pela primeira vez, no disco Round Midnight. Cedar Walton no piano joga um contraponto brilhante à melodia e Mads Vinding no baixo faz este truque enquanto a canção começa rolar onde segura um pouquinho o tempo, como montando cavalo em um passeio.</p><p>The post <a href="https://jazzejoy.com.br/temas-de-filmes/">Temas e Histórias</a> first appeared on <a href="https://jazzejoy.com.br">JAZZ & JOY</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>JAZZ TIPS ou DICAS</title>
		<link>https://jazzejoy.com.br/jazz-tips/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Óscar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 16:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Jazz Info]]></category>
		<category><![CDATA[como ouvir jazz]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de jazz]]></category>
		<category><![CDATA[jazz tips]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas dicas importantes para você ouvir e desfrutar um bom jazz O jazz merece respeito. Jazz foi feito para ser ouvido e apreciado. Portanto é preciso ter cuidado e moderação com os improvisos, melhor serem<a class="read-more" href="https://jazzejoy.com.br/jazz-tips/">Continue reading</a></p>
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<h3></h3>
<h3>Algumas dicas importantes para você ouvir e desfrutar um bom jazz</h3>
<ol>
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<h4>O jazz merece respeito. Jazz foi feito para ser ouvido e apreciado. Portanto é preciso ter cuidado e moderação com os improvisos, melhor serem mais suaves, pois quando a pessoa não está no mood podem ser meio incômodos.</h4>
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<li>
<h4>Clube de jazz é um local para se ouvir e apreciar a música, não é cantina italiana. Quando estiver num club de jazz, ouça a música, fale pouco e baixinho se precisar. Aplauda discretamente o músico também.Um &#8220;yeahhh&#8221; é sempre bem vindo. Músico vive de incentivo.</h4>
</li>
<li>
<h4>Em alguns casos ouvir um CD inteiro do mesmo autor pode ser cansativo. Intercale com outro. Por exemplo, cantor e instrumental</h4>
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<li>
<h4>É sempre bom ler a capa do cd, ou dvd, e entender a proposta do músico. Se for o caso faça nosso curso online de JAZZ</h4>
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<li>
<h4>Se for ouvir free jazz recomende à sua esposa para ir dar uma volta no shopping e depois prepare-se como se fosse visitar uma exposição de arte de vanguarda</h4>
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<li>
<h4>Expressão típica: Yeaah! , de preferência franzindo o rosto. Evite Yahoooo, Iupiiiii</h4>
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<li>
<h4>Ei play it again, Joe&#8230;Toca Raul, toca Kenny G, toca aquela&#8230;nem pensar!</h4>
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<li>
<h4>Jazz e Churrasco. Jazz não é a música ideal para se tocar ao vivo em churrasco. O carvão, a gordura podem danificar o piano e os metais. Churrascão harmoniza melhor com sertanejo ou pagode.</h4>
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<li>
<h4>Um bom vinho, um bom whiskey, ou dry Martini harmonizam bem com jazz. Mas não exagere para não dar vexame ou ser pego no bafômetro</h4>
</li>
<li>
<h4>Para músico: beba com muita moderação, tocar jazz exige consciência, não é um mero acaso</h4>
</li>
<li>
<h4>Para o saxofonista: se for tocar de bermuda e chinelo, melhor escolher um axé, frevo ou samba</h4>
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<li>
<h4>Para saxofonista: jazzista não ajoelha no chão com o saxofone&#8230; ou fica balançando pro alto. Só em propaganda brega. Sair tocando de mesa em mesa com microfone sem fio, hmmmmmm&#8230; sei não. se estiver tocando sertanejo, ok. Pode utilizar todos esses efeitos especiais.</h4>
</li>
<li>
<h4>Para o músico: evite aquele monte de luzes e efeitos de show de rock. O show está na música e na interpretação</h4>
</li>
<li>
<h4>No jazz, excesso de efeitos sonoros (delays, ecos, distorções) é cafona. Mas um pouco de reverbe ajuda a criar a sonoridade ambiente do instrumento, como em uma sala pequena. Quanto mais próximo do acústico melhor. As guitarras de jazz, são praticamente um violão eletrificado. Se o efeito fizer parte da proposta, é melhor deixar evidente para o público. No pop e no rock, eles fazem parte, é outra história.</h4>
</li>
<li>
<h4>Para o músico: tenha um áudio que reproduza o som acústico da forma mais natural: warm, com um pouquinho de reverbe (como num porão de teto baixo, com a casa cheia)</h4>
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<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-724 size-full" src="http://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2017/07/bot-insc.jpg" alt="bot-insc" width="131" height="37" /></p>
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<h4><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-thumbnail wp-image-620" src="http://jazzejoy.com.br/wp-content/uploads/2017/01/oscar-perfilsax2-150x150.jpg" alt="oscar-perfilsax2" width="150" height="150" />Oscar Fontoura Jr</h4>
<p><em>É publicitário há 36 anos e saxofonista há 30. Com um repertório sofisticado e diferenciado, busca o prazer na música através de interpretações jazísticas e da bossa nova. Instrumentos: sax tenor, sax soprano e sintetizador de sopro EWI.</em></p>
<p><em>O material de acompanhamento é especialmente produzido em HIFI. </em></p><p>The post <a href="https://jazzejoy.com.br/jazz-tips/">JAZZ TIPS ou DICAS</a> first appeared on <a href="https://jazzejoy.com.br">JAZZ & JOY</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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